ZOOLOGIA DE INVERTEBRADOS II - Aula sobre "- Filo Arthropoda - Subfilos Trilobita e Chelicerata (parte 1)"

Os trilobitas são artrópodes característicos do Paleozóico, conhecidos apenas do registo fóssil. Eram, em sua maioria, animais marinhos bentônicos, que viviam junto do fundo em profundidades variáveis entre os 300 metros e zonas pouco profundas, perto da costa, contudo, havia também formas planctônicas. Os trilobitas existiram do Cambriano até ao Permiano.

Os quelicerados englobam um leque variado de animais, incluindo, entre outros, as aranhas, os escorpiões, os carrapatos (ácaros), os pseudo-escorpiões, os escorpiões-vinagre e os límulos (caranguejo-ferradura). São principalmente animais terrestres, pequenos e de vida livre e muitos são abundantes em regiões quentes e secas.

ZOOLOGIA DE INVERTEBRADOS II - Aula sobre "Filo Arthropoda - Introdução"

Os Artrópodes (do grego arthros: articulado e podos: pés, patas, apêndices) são animais invertebrados caracterizados por possuírem membros rígidos e articulados.

São o maior grupo de animais existentes abrangendo, dentre outros, insetos, aracnídeos e crustáceos. Somam mais de um milhão de espécies descritas (apenas mais de 890.000 segundo outros autores). Mais de 4/5 das espécies existentes são Artrópodes que vão desde as formas microscópicas de plâncton com menos de 1/4 de milímetro, até crustáceos com mais de 3 metros de espessura.

Estudo sugere que os dinossauros surgiram na América do Sul e só depois se espalharam pelo mundo

O estudo apresentou uma nova espécie de dinossauro, o Tawa hallae, que preenche uma lacuna de ligação entre o grupo de grandes carnívoros do período Jurássico, os terópodos Tiranossaurus rex e o velociraptor, e seus ancestrais, como o herrerassauro, descoberto na Argentina nos anos 1960.

Há muito tempo os cientistas se perguntam se alguns traços comuns que aparecem nos terópodos se desenvolveram de maneira independente ou se eles faziam parte de um mesmo grupo, no qual as características foram passando de espécie para espécie.

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Microalgas podem ser alternativa para biodiesel

Elas recebem o nome de micro, mas possuem uma possibilidade macro de se transformarem em uma alternativa na geração de energia limpa para o Brasil.

O potencial energético das microalgas foi tema do Simpósio Brasileiro realizado no último trimestre do ano passado em Natal, que teve como linhas de discussão os avanços nas pesquisas e as chances desses seres unicelulares serem utilizados como fonte de produção de biodiesel. [Veja o infográfico abaixo]




De acordo com o coordenador da área de aquicultura da Emparn, Ezequias Viana de Moura:
A produção potiguar de microalgas já é a maior do país, porém é utilizada quase exclusivamente como fonte de alimento para a carcinicultura. O objetivo agora é comprovar a viabilidade dessas algas unicelulares na produção de combustível limpo, algo que será buscado a partir de novembro [de 2009], em um estudo previsto para durar três anos e que será realizado pela Emparn, em parceria com a UFRN e com patrocínio da Petrobras, no Centro Tecnológico de Aquicultura, em Extremoz.
O desafio é grande, uma vez que não basta mostrar que a produção de biodiesel a partir de microalgas é viável. É preciso chegar a números que assegurem a competitividade econômica dessa alternativa frente a outros combustíveis. As perspectivas, no entanto, também são animadoras.
A grande qualidade delas é que permitem que se trabalhe em áreas que não competem com a agricultura tradicional.
completa Ezequias Viana.

Há possibilidade de se trabalhar em tanques próximos a estuários; usando qualquer tipo de água: salgada, doce, ou mesmo salobra; aproveitando efluentes de outras atividades, inclusive da carcinicultura; e extraindo nutrientes até mesmo do lodo proveniente de esgoto urbano. Esse leque de opções se soma aos benefícios ambientais, pois as microalgas também são grandes fixadoras de gás carbônico, ou seja, podem reduzir a quantidade de CO2 na atmosfera, combatendo fenômenos como o efeito estufa, ao atuar como verdadeiros filtros naturais do ar.

O problema a ser solucionado é o alto custo de produção das microalgas.
Para servir de alimento ao camarão, a produção já se desenvolveu, toda tecnologia está dominada e é totalmente viável. Não é barato, pois as microalgas necessitam de ambientes totalmente controlados, mas o preço do camarão justifica, pois é um produto que agrega bastante valor.
explica Ezequias Viana.

Segundo ele, o objetivo agora é descobrir como adaptar, ou melhorar essa tecnologia, de forma a compensar a produção de biodiesel.
O grande desafio é esse, porque hoje já há condições perfeitas de se produzir biodiesel a partir de microalgas, mas a questão é o custo, pois precisa se tornar viável. A tecnologia é em boa parte importada e ainda não dá garantia que a produção de óleo tenha a rentabilidade necessária.

Fontes: Biodieselbr.com, Por dentro da tecnologia