O trabalho de Darwin levou a uma rápida aceitação da evolução, mas o mecanismo proposto, a seleção natural, não foi amplamente aceita até os anos 1940. A maioria dos biólogos argumentava que outros fatores eram responsáveis pela evolução, como a herança de caracteres adquiridos (neo-lamarquismo), ou grandes mutações repentinas.A síntese da seleção natural com a Genética Mendeliana durante os anos 1920 e 1930 fundou a Genética de Populações. Durante os anos 1930 e 1940, a Genética de Populações foi integrada com outros campos da Biologia, resultando numa teoria evolutiva altamente aplicável, que abarcava a maior parte da Biologia – a Síntese Evolutiva Moderna.
Em seguida ao estabelecimento da Biologia Evolutiva, estudos sobre mutação e variabilidade genética em populações naturais, combinados com Biogeografia e Sistemática levaram a modelos matemáticos causais de evolução sofisticados. A Paleontologia e a Anatomia comparada permitiram reconstruções mais detalhadas da história da vida.




















