Tartaruga doente "pede socorro" em hospital nos EUA

Uma tartaruga marinha que sofre de uma doença no sangue resolveu "pedir socorro" em um hospital que preserva a espécie em Marathon, no Estado americano da Flórida. O animal nadou durante horas nas proximidades de uma piscina - onde ficam os exemplares em reabilitação do centro -, como se estivesse tentando chamar a atenção para o seu problema, de acordo com Ryan Butts, administrador da instituição. As informações são do canal local de televisão CBS4.

Os funcionários do hospital recolheram o exemplar assim que notaram sua estranha movimentação. Segundo Butts, é a "primeira vez em 25 anos de história da clínica que uma tartaruga rasteja até a nossa porta para ser atendida". A nova paciente, que pesa cerca de 36kg, padece de uma infecção bacteriana na corrente sanguínea.
Veterinário examina tartaruga marinha que "bateu na porta" de centro de preservação em Marathon, na Flórida.

Amostras de sangue do réptil foram enviadas a um laboratório para que os veterinários possam especificar corretamente a doença. Enquanto isso, o animal está sendo tratado com antibióticos. "Ela está muito magra e fraca. Neste momento só precisa de bons cuidados", afirmou Butts ao CBS4.

Segundo o administrador, na clínica de Marathon, as "tartarugas não precisam se preocupar com plano de saúde". O hospital veterinário é o único licenciado no mundo que trata exclusivamente de tartarugas marinhas.

Fonte: Terra

Empresa espanhola lança chocolate que inibe apetite

Uma empresa da Espanha afirma ter inventado um chocolate que inibe o apetite.

A novidade é uma mistura de cacau, jojoba e a alga espirulina que, segundo seus criadores, produz no organismo, de maneira natural, uma sensação de apetite saciado após o consumo de apenas um ou dois bombons de 15 gramas cada.

A empresa Disnatural é especialista em cosméticos naturais, mas há dois anos investiga a fórmula do chocolate com inibidor.

Se as células da pele se renovam, por que a tatuagem não sai com o tempo?

Simplesmente porque as tatuagens são feitas numa das camadas mais profundas da pele, que não sofre renovação. É bom lembrar que o tecido que recobre nosso corpo é formado por três camadas principais: a epiderme, mais externa; a derme, intermediária; e a hipoderme, a mais profunda de todas. Das três, a única que está em constante renovação é a epiderme. "As tatuagens são feitas com injeção de pigmentos diretamente na derme, que não se renova", diz a dermatologista Solange Teixeira, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Mulheres gastam mais no período pré-menstrual, diz estudo

As mulheres tendem a fazer compras extravagantes e por impulso dez dias antes da menstruação, segundo um estudo realizado na Grã-Bretanha. A pesquisa da Universidade de Hertfordshire mostra que neste período do ciclo menstrual, conhecido como fase lútea, as mulheres têm menos controle sobre seus gastos.

Segundo Karen Pine, a principal autora do estudo, esse comportamento pode ser uma maneira de lidar com as emoções negativas geradas pela tensão pré-menstrual (TPM). "Quanto mais perto da menstruação, maior a tendência das mulheres em gastar mais do que podem", disse a cientista.

Agente tóxico altera DNA de espermatozoide

O PCB é considerado um desregulador endócrino, ou seja, tem substâncias químicas que alteram o mecanismo de regulação do eixo hipotálamo-hipófise-gônadas.

O urologista Jorge Hallak, pesquisador da USP e que estuda o impacto do PCB e de outros poluentes na fertilidade humana, diz que esse composto provoca alteração no DNA dos espermatozoides, levando a infertilidade masculina.

Para o médico, o país precisa agir rapidamente e com rigor na eliminação desses compostos.
Além da poluição atmosférica, inalamos muita poluição veicular. Nossa gasolina é muito ruim. Os dados sobre o impacto desses poluentes na saúde humana são alarmantes. Há fortes evidências de que a exposição intrauterina a eles seja um fator de risco para câncer no futuro. (...) Temos estoque de PCB para 30, 40 anos.
Na opinião da biomédica Gerusa Gibson, pesquisadora da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), o estudo é mais uma forte evidência que ratifica o comprometimento da saúde humana em virtude da intensa poluição ambiental.
Embora tenham atualmente seu uso restrito, esses compostos continuam presentes em instalações antigas. As dificuldades com a desativação e a destruição desses produtos ainda causam problemas de contaminação ambiental e humana.
Segundo ela, a exposição - mesmo a baixo níveis - aos desreguladores endócrinos pode chegar a altas taxas de concentração no corpo de animais, em virtude da capacidade de bioacumulação.
Os animais que se encontram no topo da cadeia alimentar (carnívoros) sempre apresentam concentrações superiores àqueles do início da cadeia (herbívoros).
Essa exposição a esses poluentes vem se intensificando desde o século passado, diz Gibson.
O ambiente vem sendo o grande 'receptor'.
Fonte: Folha Online

Energia solar nas casas do PAC vai virar realidade

O governo vai adotar o uso de energia solar térmica em substituição aos chuveiros elétricos em casas populares construídas pelo PAC da Habitação. Com a presença do ministro Carlos Minc, será assinado nesta quarta-feira (25), às 11h, no Palácio do Itamaraty, acordo de cooperação entre Ministério do Meio Ambiente (MMA), Ministério de Minas e Energia (MME) e Caixa Econômica Federal (CEF).

A mudança na matriz energética faz parte das ações que vêm sendo adotados pelo MMA como forma de mitigação dos efeitos do aquecimento global. O Ministério do Meio Ambiente deverá instituir um programa para incentivar o uso de aquecimento solar de água, viável em várias regiões do País. A disseminação do programa está prevista no Plano Nacional sobre Mudanças do Clima e visa diminuir a demanda por energia gerada em hidrelétricas, fontes que emitem gases estufas. O programa vai lembrar aos brasileiros que a energia solar tem vantagens incomparáveis a qualquer outra forma de captação convencional. Além de ter uma fonte totalmente natural, ecológica, gratuita, que não agride o meio ambiente, é inesgotável.

O chuveiro elétrico é responsável por um terço da energia elétrica consumida em uma residência. Conforme levantamentos, cerca de 5% do consumo nacional de energia elétrica é usado no aquecimento de água para banho. Mesmo eficientes do ponto de vista de conversão de energia elétrica em térmica, seu uso não é considerado eficiente sob o ponto de vista da utilização da eletricidade. Assim, um sistema misto elétrico-solar torna possível obter até 80% da energia renovável e usar apenas 20% de energia elétrica.

A iniciativa tem por base experiência colocada em prática no Rio de Janeiro, onde a energia solar térmica vem substituindo a elétrica desde 2007. Decreto do governador Sérgio Cabral manda que obras públicas e obras financiadas pelo governo carioca incluam este tipo de fonte.

Fonte: Ambiente Brasil

Cientistas descobrem corais que vivem mais de 4.000 anos

Um deles "nasceu" quando pirâmides ainda estavam sendo construídas no Egito; o outro começou a se formar quando o Império Assírio ameaçava destruir as tribos de Israel. Estamos falando de dois tipos de corais, que podem ser encontrados nas profundezas do mar perto do Havaí, no Pacífico. Datações impressionantes feitas por pesquisadores americanos mostram que eles têm 4.265 anos e 2.742 anos, respectivamente. Estão, portanto, entre os seres vivos mais antigos da Terra.

Os resultados de cair o queixo estão relatados na edição desta semana da revista científica internacional "PNAS". A equipe liderada por Brendan Roark, da Universidade Stanford, extraiu amostras de dois gêneros de coral, o Gerardia (que pode ser visto na foto acima) e o Leiopathes, que podem ser encontrados a profundidades que vão de 300 m a 500 m em águas havaianas. Esses invertebrados usam protuberâncias do solo marinho para se fixar e crescer.

Cientistas querem criar sangue artificial com células-tronco

Cientistas britânicos lançaram nesta segunda-feira um projeto para tentar criar sangue artificial a partir de células-tronco de embriões. O estudo, previsto para durar três anos, será coordenado pelo Serviço Nacional de Transfusão de Sangue da Escócia. Os pesquisadores afirmam que a pesquisa poderá abrir caminho para uma fonte ilimitada de sangue para transfusões de emergência.

O sangue artificial seria livre de contaminações por doenças difíceis de serem detectadas em exames nos sangues de doadores, como o mal da vaca louca (vCJD, que é a variante humana da encefalopatia espongiforme bovina).

Os pesquisadores testarão embriões humanos descartados após tratamentos de fertilização in-vitro para encontrar aqueles destinados a se desenvolver no grupo sanguíneo O-negativo, o grupo de doadores universais.

O sangue do tipo O-negativo pode ser doado para qualquer pessoa sem riscos de rejeição e é a única opção segura quando o tipo sanguíneo do paciente é desconhecido ou não pode ser determinado imediatamente. Esse tipo de sangue tem uma fonte de doadores limitada, porque somente 7% da população está dentro desse grupo sanguíneo.

O projeto será financiado pelos bancos de sangue da Escócia, da Inglaterra e do País de Gales, pelo governo da Irlanda e pela ONG médica Wellcome Trust. Segundo Marc Turner, da Universidade de Edimburgo, que está coordenando o projeto, as pesquisas deverão começar nas próximas semanas.

As células-tronco são células capazes de se desenvolver para criar qualquer tipo de tecido humano. Cientistas já demonstraram que é possível tomar uma única célula-tronco de um embrião humano em estágio inicial e levá-la a se desenvolver em células sanguíneas maduras em laboratório.

Uma empresa americana também já conseguiu produzir bilhões de glóbulos vermelhos a partir de células de embriões, mas as pesquisas foram paralisadas após a proibição de pesquisas com células-tronco no governo George W. Bush, revista pelo novo governo americano.

O desafio dos cientistas agora é como produzir as células sanguíneas em grande escala e transportar a técnica do laboratório para a beira dos leitos hospitalares, o que pode levar vários anos. "Devemos ter alguma prova do princípio nos próximos anos, mas estamos provavelmente entre cinco e dez anos de distância de um tratamento realista", diz Turner. "Em princípio, poderíamos garantir um suprimento ilimitado de sangue desta maneira."

Apesar do potencial, o estudo também é alvo de críticas de grupos contrários ao uso de embriões para pesquisas. "Assim como várias das afirmações associadas com as céulas-tronco, estes são os primeiros passos de uma pesquisa, em vez de uma cura logo ali na esquina, e tão hipotética quanto o resto das afirmações que tentam justificar a destruição de um embrião humano pelo benefício da humanidade", afirma Josephine Quintavalle, da ONG Comment on Reproductive Ethics.

Para Quintavalle, a associação de bancos de sangue britânicos à pesquisa pode ter um efeito contrário, ao levar pessoas "que defendem o direito à vida do embrião humano" a relutar em doar sangue.

Fonte: Terra

Brasileiro cura mal de Parkinson em roedores usando estímulo elétrico

Uma técnica para tratar os sintomas do mal de Parkinson com suaves impulsos elétricos na medula espinhal teve sucesso num experimento com camundongos e poderá ser testada em humanos já em 2010.

O método, descrito hoje em estudo no periódico "Science", foi ideia do neurocientista paulista Miguel Nicolelis, da Universidade Duke, da Carolina do Norte (EUA). É a segunda vez na história que o trabalho de um brasileiro é destaque de capa da publicação centenária.

A técnica, idealizada por Nicolelis e desenvolvida pelo chileno Romulo Fuentes, consiste em conectar um pequeno eletrodo --uma lâmina de metal-- na coluna dos animais e ligá-lo a uma bateria que dispara impulsos elétricos com uma frequência controlada.

Nos roedores, a estratégia conseguiu reverter os sintomas de Parkinson, doença degenerativa que afeta a habilidade motora das pessoas e causa tremores.

Como a aplicação de eletrodos na medula já se provou segura para tratamento de dor crônica em humanos, o uso da técnica contra Parkinson pode sair da fase experimental para a clínica mais rápido. E, a partir de agora, as pesquisas provavelmente serão feitas no Brasil.

A primeira instituição a dar continuidade à técnica será o Instituto Internacional de Neurociências de Natal, que Nicolelis ajudou a fundar e acaba de contratar Fuentes.

"Nossa perspectiva é fazer o teste em quatro a seis macacos neste ano e, se os resultados forem iguais aos de camundongos, já partir para os primeiros estudos clínicos [em humanos]", disse Nicolelis à Folha.

"O equipamento que será usado futuramente é totalmente implantável. Esses estimuladores têm sido usados há anos na tentativa de tratar dores crônicas, e a tecnologia já está desenvolvida. É só questão de usar a frequência correta, a corrente correta e o padrão de estimulação para Parkinson."

A nova técnica tem o potencial de substituir a chamada estimulação cerebral profunda, procedimento que hoje costuma ser o último recurso para pacientes em estágio avançado da doença. A técnica é um procedimento muito invasivo.

"Você tem de entrar dez centímetros no cérebro e existe 5% de risco de sangramento que pode ser fatal", explica Nicolelis. "Além disso, só 25% a 30% dos pacientes que estão em estado avançado conseguem suportar essa cirurgia". O novo mecanismo é de aplicação mais simples do que um marca-passo cardíaco, diz o cientista.

Fonte: Folha Online

Normas para trabalhos científicos da UECE

Muitas vezes, existem dúvidas por parte dos alunos de graduação a respeito de trabalhos científicos e a sua correta formatação, de modo que os mesmos atendam aos padrões exigidos.
Pensando nisso, a UECE disponibilizou no seu site um manual de normalização dos trabalhos elaborados na universidade. O mesmo pode ser baixado no site da universidade, na seção "Downloads".
Entretanto, para facilitar sua vida, você também pode fazer o download do arquivo clicando no link abaixo.

Imagens valem mais que mil palavras Nº 7

O momento certo. A câmera na mão. Um registro para a eternidade. Mais um "Imagens valem mais que mil palavras". Veja:

Brancos na neve









A mais incrível máquina da natureza: o corpo humano.











Répteis











Economista Stern defende alarmismo para estimular ação climática

Os cientistas devem deixar claros os efeitos desastrosos da mudança climática para que o mundo aja agora na redução das emissões de carbono, disse nesta quinta-feira o influente economista Nicholas Stern. "É preciso dizer muito clara e fortemente às pessoas como é difícil (um aumento de temperatura) de quatro, cinco, seis ou sete graus Celsius", afirmou Stern, professor da London School of Economics e ex-economista do Tesouro britânico. "Bilhões de pessoas teriam de se mudar, e haveria um conflito muito severo."

"Essa é uma história que precisa ser contada para convencer as pessoas de que é uma péssima ideia chegar perto de (um aumento de) 5 graus Celsius. É uma grande probabilidade de um resultado devastador", acrescentou Stern a uma plateia de 2.000 cientistas no Congresso sobre a Mudança Climática em Copenhague. Em um relatório de 2006, o economista alertou que a falta de ação climática poderia causar problemas econômicos equivalentes aos da Grande Depressão na década de 1930.

Com um aquecimento superior a 2 graus Celsius, centenas de milhões de pessoas teriam menos acesso à água; com 3 graus Celsius, a produção mundial de alimentos deve diminuir, segundo relatório de 2007 de uma comissão científica da ONU. O professor John Schellnhuber, do Instituto Potsdam para a Pesquisa do Impacto Climático, disse, antes de Stern, que um aquecimento de 5 graus Celsius significaria que o planeta só teria condições de abrigar uma população 1 bilhão de pessoas inferior à atual.

A definição de um novo acordo climático global, para vigorar a partir de 2013 depende em grande parte de os países em desenvolvimento aceitarem medidas para reduzir suas emissões de gases do efeito estufa. O tratado deve ser discutido no final do ano em Copenhague. Stern disse que os países ricos deveriam aceitar uma redução de 80% das suas emissões até 2050, e que em nível global a redução deveria ser de 50%.

"Por 1% ou 2% do PIB global, podemos manter as concentrações (de carbono na atmosfera) abaixo de 500 partes por milhão, e baixar a partir daí", disse Stern. "Isso diminuiria a possibilidade de um aquecimento de 5 graus Celsius para apenas 2% ou 3%. Soa bastante bom para mim. Podemos fazer um seguro bastante poderoso."

Fonte: G1

Cidades apagarão luzes em protesto contra aquecimento dia 28

Cerca de 1.189 cidades de 80 países aderiram à campanha do Fundo Mundial para a Natureza (WWF) para apagar as luzes de seus edifícios mais emblemáticos no próximo dia 28 de março, em sinal à luta contra a mudança climática.

Entre as 20h30 e as 21h30, milhões de pessoas de todo o mundo participarão também da chamada "Hora do Planeta" apagando todas as luzes de que não precisem em suas casas para demonstrar sua preocupação com o aquecimento global.

O objetivo da iniciativa é mandar uma mensagem aos líderes mundiais que se reunirão em dezembro deste ano em Copenhague para firmar um novo acordo global sobre a mudança climática que substitua o tratado de Kyoto.

A campanha mundial começará na Nova Zelândia - devido ao fuso horário - onde todos os geradores a diesel das ilhas Chatham, um pequeno arquipélago na costa leste, serão apagados.

O apagão se espalhará pelo mundo até emblemáticos monumentos como a Torre Eiffel em Paris e a Acrópolis em Atenas.

No Brasil, que participa da Hora do Planeta pela primeira vez, o Cristo Redentor, será apagado junto com o Pão de Açúcar, o Parque do Flamengo e a orla de Copacabana, que terá a segurança reforçada pelas autoridades competentes.

Ainda no continente americano, metrópoles como Nova Iorque, Buenos Aires, Toronto, Chicago, Cidade do México e Las Vegas.

Fonte: Estadão Online

Fadiga mental pode induzir fadiga física, diz estudo

Isso talvez não seja surpresa, mas pesquisadores agora conseguiram demonstrar experimentalmente que o trabalho mental é fisicamente exaustivo. Em um estudo britânico publicado pela revista Journal of Applied Physiology, pesquisadores recrutaram 10 homens e seis mulheres para participar de um exercício de computador que requeria concentração, memória e velocidade de reação.

Depois, eles se exercitaram em uma bicicleta estacionária até a exaustão - ou seja, até que estivessem fisicamente incapacitados de manter um ritmo de 60 giros por minuto. Em outro dia, como controle, seus exercícios físicos foram precedidos por 90 minutos que eles dedicaram a assistir documentários sobre automóveis e trens.

Ainda que não existissem diferenças significativas em termos de indicadores fisiológicos (batimento cardíaco, produção cardíaca e outros), sob as duas condições, os ciclistas apresentaram consistentemente um resultado semelhante, e se cansavam cerca de 15% mais rápido depois de realizar os exercícios mentais do que depois de assistir aos documentários.

Aparentemente, seus resultados inferiores de exercícios depois do esforço mental eram causados não por uma perda de desempenho físico em seus corpos, mas pela exaustão mental.

"Isso testa se o cérebro pode, por si só, limitar o desempenho físico, e os resultados obtidos indicam que sim, ele tem essa capacidade", afirmou Samuele Marcora, o diretor científico da pesquisa, professor sênior de fisiologia na Universidade de Bangor, País de Gales.

"Se você deseja melhorar ao máximo a forma física, a melhor solução é se dedicar aos exercícios em momentos em que não esteja sofrendo de fadiga mental".

Fonte: Terra